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Visita de comadre: um resgate de boas sensações

No último final de semana, eu e minhas duas irmãs voltamos as nossas origens, fomos a Urussanga, em Santa Catarina, visitar nossa cidade natal e onde passamos a infância.

boas sensações

Minhas irmãs Vanda e Iolete na praça da cidade.

Mesmo sendo num sábado pela manhã, quando o comércio já estava aberto, a cidade continuava pacata e bucólica, como sempre foi. No caminho, encontramos pessoas do tempo em que morávamos lá. Era um tal de – “de que família que você é?”. Esse é um costume das pessoas da cidade para ter uma referência e lembrar, exatamente, com quem está falando. Para mim, era necessário fazer essa pergunta; afinal, saí de lá com apenas 10 anos e não lembro de muita coisa.

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Mas disto eu nunca consegui esquecer: a minha tentativa de subir de bicicleta essa figueira. Claro, me rendeu uma cicatriz no joelho que carrego até hoje. Impossível esquecer.

Aproveitamos para fazer visitas aos nossos parentes que ainda moram lá e que não víamos por muito tempo – uma visita de comadre. E, como tal, fomos recebidas com todo o carinho que uma comadre deve ser recebida.

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Na foto: minha irmã Vanda, minha prima Terezinha e minha irmã Iolete.

Passamos primeiro em Cocal do Sul, uma cidade ao lado de Urussanga, para visitar nossa prima Teresinha (aquela do “cumpadi” Antônio). Coisa mais querida, ela comprou flores para nos receber. Na foto, minha irmã Vanda, minha prima Terezinha e minha irmã Iolete.

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Nessa mesa estão: minha prima Léia (Jociléia), Teresinha, eu, minha tia Dolvina e minha irmã Iolete.

Na casa de minha querida tia Dolvina, passamos uma tarde gostosa, conversando em volta de uma mesa de café. Ela nos trouxe fotos de antigamente. Rimos muito relembrando os “causos” dos nossos parentes. Com 16 tios, casos interessantes é que não faltam, não é mesmo?

Quem pensa que comércio bom só tem em cidade grande, está enganado. Viemos com o carro cheio de compras, biscoitos, farinha de milho, geleias, vinagre de vinho, salame, queijos e vinho, é claro.

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Na Recheios e Recreios, compramos biscoitos caseiros que derretem na boca. Se você for a Urussanga, não deixe de visitar essa loja.

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Na Tafona do Derdi, foi uma volta ao passado, compramos salames, queijos e farinha de milho bem fininha. Essa semana vai ter uma bela polenta aqui em casa. Veja a receita da verdadeira polenta aqui.

Na volta de Urussanga, passamos em Criciúma, lá tem outra “parentada”, agora são os Cadorin. Família grande e, como toda boa família italiana, tudo gira em volta de uma mesa farta. Eles tinham o costume de almoçar todos os sábados na casa dos pais, mas, como eles já faleceram, continuaram a se reunir agora na casa da Ita, uma querida que mora com a família há 58 anos.

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Imagine esse monte de mulheres italianas em volta da mesa conversando. Não se conseguia acabar um assunto que já vinha alguém com uma pergunta ou outro assunto. E tudo ao mesmo tempo e muito alto. É, mas a gente se entende e se ama exatamente assim, falando pelos cotovelos!

A todos que nos receberam com tanto carinho, minha casa, aqui em Florianópolis, está sempre de portas abertas.

Obrigada por tudo família!

 

6 comentários
  1. Ana
  2. Ana Eliza Cardoso Cadorin

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