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Cobogó: Tijolos vazados na decoração

Hoje, no Facebook, vi em um post da minha amiga Fabi, do blog Casa de la Gracia, uma cena muito engraçada entre ela e o marido. Ela contava que ele não conseguia dizer Cobogó…
– É pogobol? disse ele.
– Olha aqui a origem desse nome, ô seu tanso – são as primeiras sílabas dos inventores do CO BO GÓ: Amadeu Oliveira Coimbra, Ernest August Boeckmann e Antônio de Góis. Disse ela.
O mais incrível é que a grande maioria que viu o post, inclusive eu, não tinha a menor ideia do que se tratava esse tal de Cobogó.Pois bem, pesquisando na internet vi que esse tijolo vazado, que tanto habitou nossas casas na infância, originalmente, feito de cimento, foi criado por esses três engenheiros brasileiros e patenteado em 1929. Servia para possibilitar a passagem de maior luminosidade e ventilação nas cidades quentes do nordeste. Largamente usado pelo grande arquiteto Oscar Niemeyer e nas obras de Lúcio Costa.

Como todas as denominações, também sofreu muitas alterações pelo Brasil afora como: combobó, combogó, comogó, comongol, comogo.


Viu Fabrício, você não está sozinho!

As opções para o uso do Cobogó  são incríveis, não só para os ambientes externos, como para os internos, servindo como divisórias que possibilitam a delimitação dos espaços de forma criativa sem perder a luminosidade e a ventilação, dando ao ambiente da casa aquele apelo retro de que tanto gosto.

Fonte: Fabiana Henrique, Wikipédia
Fotos: Pinterestoficinadearquiteturabh

 

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